Espaço para discussão e troca de idéias em Educação, principalmente sobre Nossas Escolas.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Tecnologia
Como utilizar o computador, a internet, blogs, podcasts, projetores, câmeras e outras engenhocas da modernidade para ensinar ainda melhor os conteúdos curriculares de cada disciplina. Navegue nos mais de 80 links abaixo e faça um upgrade nas suas aulas.
1. TECNOLOGIA EM TODAS AS DISCIPLINAS
Um guia sobre o uso de tecnologias em sala de aula
Quando - e como - as novas ferramentas são imprescindíveis para a turma avançar
O uso de recursos digitais para ensinar arte
Ensine a turma a transformar imagens digitais com softwares
Cinema une arte e informática
Turmas de 3ª e 4ª série produzem curtas no computador
Fotografia e edição de imagens digitais
Relato da professora de arte, Rosangela Guella Tamagnone, do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009
Vídeo: Registro fotográfico: do convencional ao digital
Conheça o trabalho da professora nota 10, Rosangela Guella Tamagnone, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009, sobre linguagem fotográfica e edição de imagens no computador
Tecnologia para ensinar composição musical
Relato da professora de arte, Áudrea da Costa Martins, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009
Vídeo: Composição musical na aula de Arte
Conheça o projeto da professora Áudrea da Costa Martins, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009, que ensinou composição musical e edição digital de áudio aos alunos de 5ª e 6ª séries
Planos de aula
Ferramentas digitais em atividades de artes visuais
O uso de tecnologias nas aulas de Arte
A tecnologia em experimentos científicos
A turma poderá estudar Ciências, utilizando recursos tecnológicos, como a internet
Robótica sem usar o computador
Sucata e peças de brinquedos podem substituir a informática e levar turmas de 8º e 9º anos a entender o funcionamento das máquinas
Seus alunos vão adorar o espaço
Projeto mantido por seis instituições que realizam pesquisas em astronomia leva planetas, asteróides, cometas, estrelas e galáxias para dentro da escola, via internet
Plano de aula
Iluminação com diferentes cores pode influenciar no crescimento de plantas?
Atividades em vídeo nas aulas de Educação Física
Com esse recurso, os alunos podem estudar regras de jogos
Gente Saudável
Qualidade de vida se aprende na escola. E, para que a turma coloque em prática o que é ensinado, basta mostrar como aliar a teoria à prática
Vídeo: Movimento, saúde e qualidade de vida
Conheça o trabalho do professor Ademir Testa Junior, vencedor do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, 2009
Planos de aula
Estudando as lutas com recursos tecnológicos
Saúde e qualidade de vida
Utilize mapas virtuais para ensinar cartografia
Saiba como usar a tecnologia nas aulas de Geografia
O correio eletrônico leva o planeta para dentro da classe e torna a Geografia mais interessante
Lição de casa com a Web 2.0
Lição de casa é coisa séria. Para torná-la mais atraente, saiba como usar blogs, fóruns e chats para transformar a rotina da turma
Vídeo: Lição de casa em ambiente virtual
Conheça o trabalho da professora de Geografia, Karla Emanuella Veloso Pinto, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009
Planos de aula
Ambiente virtual da turma
Ensine cartografia para a turma usando o Google Earth
Colocando rugas no mundo plano
Quem não se comunica...
Que tal registrar histórias locais usando tecnologia?
Saiba como é possível pesquisar conteúdos de História, utilizando recursos tecnológicos
Planos de aula
A história local dos afro-descendentes gravada em áudio
Cartazes de guerra
Como utilizar ferramentas digitais para ensinar línguas estrangeiras
Blogs, vídeoconferências pela internet e outros recursos tecnológicos podem ser usados em sala de aula
Idioma que vem da web
A internet é um excelente recurso para explorar o uso real do inglês. Mas é preciso definir muito bem quais gêneros e quais conteúdos abordar
Planos de aula
Videochat em inglês
Estrangeirismos no dia a dia
O uso de recursos da informática nas aulas de Língua Portuguesa
Ferramentas digitais ajudam na edição e revisão de textos
Revisão de textos no computador
Na hora de revisar, o computador é o melhor instrumento para explorar várias maneiras de aperfeiçoar um texto sem perder tempo
Revisão coletiva e produção de contos de terror
Relato da professora Maria das Dores de Macedo Coutinho Raposo, do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009
Vídeo: Projeto de produção de texto com revisão coletiva de contos de terror
Conheça o trabalho da professora Maria das Dores de Macedo Coutinho Raposo, do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009
Reescrita de conto mudando o personagem principal
Relato da professora Claudia Tondato, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009
Vídeo: Projeto de reescrita de conto
Conheça o trabalho da professora nota 10 Claudia Tondato, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009
Jornal O Domingo e a literatura do século XIX
Relato da professora Maria Tereza Gomes de Almeida Lima, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009
Vídeo: Projeto sobre literatura do século XIX
Conheça o trabalho da professora Maria Tereza Gomes de Almeida Lima, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009
Vídeo: O computador pode ser um grande aliado na alfabetização de adultos
Emilia Ferreiro fala sobre as vantagens do uso do computador na alfabetização de adultos.
Podcasts sobre Ariano Suassuna: casamento proveitoso
Trabalhar obras de Ariano Suassuna em podcasts é uma boa forma de usar a tecnologia para ensinar vários gêneros orais
Vídeo: Ariano e podcast, o casamento suspeitoso
Conheça o trabalho desenvolvido pelo Educador Nota 10 Jorge Marques, do Rio de Janeiro, sobre oralidade.
Blog: diário (de aprendizagem) na rede
O recurso tecnológico, bastante conhecido entre os internautas, pode servir para acompanhar e divulgar projetos em qualquer disciplina
Planos de aula
Adaptação de conto para peça teatral
Vasculhando a rede
Literatura e podcast
Ferramentas tecnológicas nas aulas de Matemática
Calculadora e planilhas eletrônicas auxiliam a turma na resolução de problemas
"A única saída é a capacitação"
Professor norte-americano acredita que é necessário encontrar novas maneiras de preparar os docentes para que ajudem os alunos a raciocinar
Informática para ajudar a compreender ângulos
Relato da professora Andréia Betina Legatzky Klitzke, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009
Vídeo: Construindo o conceito de ângulo
Conheça o trabalho da professora Andréia Betina Legatzky Klitzke, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, 2009.
Editor de planilhas para calcular dados sobre consumo médio de água
Relato da professora Daniela Mazoco, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, 2009.
Vídeo: Tecnologia e estatísticas para calcular o consumo médio de água
Conheça o trabalho da professora Daniela Mazoco, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, 2009.
Plano de aula
Gráficos no Excel na aula de Matemática
Revele por que a foto digital é herdeira das grandes pinturas
Avalie com os estudantes a credibilidade dos sites de busca
Quando - e como - as novas ferramentas são imprescindíveis para a turma avançar
ARTE
ReportagensO uso de recursos digitais para ensinar arte
Ensine a turma a transformar imagens digitais com softwares
Cinema une arte e informática
Turmas de 3ª e 4ª série produzem curtas no computador
Fotografia e edição de imagens digitais
Relato da professora de arte, Rosangela Guella Tamagnone, do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009
Vídeo: Registro fotográfico: do convencional ao digital
Conheça o trabalho da professora nota 10, Rosangela Guella Tamagnone, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009, sobre linguagem fotográfica e edição de imagens no computador
Tecnologia para ensinar composição musical
Relato da professora de arte, Áudrea da Costa Martins, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009
Vídeo: Composição musical na aula de Arte
Conheça o projeto da professora Áudrea da Costa Martins, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009, que ensinou composição musical e edição digital de áudio aos alunos de 5ª e 6ª séries
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O uso de tecnologias nas aulas de Arte
CIÊNCIAS
ReportagensA tecnologia em experimentos científicos
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Plano de aula
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EDUCAÇÃO FÍSICA
ReportagensAtividades em vídeo nas aulas de Educação Física
Com esse recurso, os alunos podem estudar regras de jogos
Gente Saudável
Qualidade de vida se aprende na escola. E, para que a turma coloque em prática o que é ensinado, basta mostrar como aliar a teoria à prática
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Conheça o trabalho do professor Ademir Testa Junior, vencedor do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, 2009
Planos de aula
Estudando as lutas com recursos tecnológicos
Saúde e qualidade de vida
GEOGRAFIA
ReportagensUtilize mapas virtuais para ensinar cartografia
Saiba como usar a tecnologia nas aulas de Geografia
Muda o mundo, muda a Geografia
Os meios de transporte e de comunicação, cada vez mais velozes, estão modificando a "cara" do planeta. Pense neles quando planejar suas aulas
Uma janela para o mundoOs meios de transporte e de comunicação, cada vez mais velozes, estão modificando a "cara" do planeta. Pense neles quando planejar suas aulas
O correio eletrônico leva o planeta para dentro da classe e torna a Geografia mais interessante
Lição de casa com a Web 2.0
Lição de casa é coisa séria. Para torná-la mais atraente, saiba como usar blogs, fóruns e chats para transformar a rotina da turma
Vídeo: Lição de casa em ambiente virtual
Conheça o trabalho da professora de Geografia, Karla Emanuella Veloso Pinto, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009
Planos de aula
Ambiente virtual da turma
Ensine cartografia para a turma usando o Google Earth
Colocando rugas no mundo plano
Quem não se comunica...
HISTÓRIA
ReportagemQue tal registrar histórias locais usando tecnologia?
Saiba como é possível pesquisar conteúdos de História, utilizando recursos tecnológicos
Planos de aula
A história local dos afro-descendentes gravada em áudio
Cartazes de guerra
LÍNGUA ESTRANGEIRA
ReportagensComo utilizar ferramentas digitais para ensinar línguas estrangeiras
Blogs, vídeoconferências pela internet e outros recursos tecnológicos podem ser usados em sala de aula
Idioma que vem da web
A internet é um excelente recurso para explorar o uso real do inglês. Mas é preciso definir muito bem quais gêneros e quais conteúdos abordar
Planos de aula
Videochat em inglês
Estrangeirismos no dia a dia
LÍNGUA PORTUGUESA
ReportagensO uso de recursos da informática nas aulas de Língua Portuguesa
Ferramentas digitais ajudam na edição e revisão de textos
Revisão de textos no computador
Na hora de revisar, o computador é o melhor instrumento para explorar várias maneiras de aperfeiçoar um texto sem perder tempo
Revisão coletiva e produção de contos de terror
Relato da professora Maria das Dores de Macedo Coutinho Raposo, do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009
Vídeo: Projeto de produção de texto com revisão coletiva de contos de terror
Conheça o trabalho da professora Maria das Dores de Macedo Coutinho Raposo, do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009
Reescrita de conto mudando o personagem principal
Relato da professora Claudia Tondato, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009
Vídeo: Projeto de reescrita de conto
Conheça o trabalho da professora nota 10 Claudia Tondato, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009
Jornal O Domingo e a literatura do século XIX
Relato da professora Maria Tereza Gomes de Almeida Lima, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009
Vídeo: Projeto sobre literatura do século XIX
Conheça o trabalho da professora Maria Tereza Gomes de Almeida Lima, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009
Vídeo: O computador pode ser um grande aliado na alfabetização de adultos
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Podcasts sobre Ariano Suassuna: casamento proveitoso
Trabalhar obras de Ariano Suassuna em podcasts é uma boa forma de usar a tecnologia para ensinar vários gêneros orais
Vídeo: Ariano e podcast, o casamento suspeitoso
Conheça o trabalho desenvolvido pelo Educador Nota 10 Jorge Marques, do Rio de Janeiro, sobre oralidade.
Blog: diário (de aprendizagem) na rede
O recurso tecnológico, bastante conhecido entre os internautas, pode servir para acompanhar e divulgar projetos em qualquer disciplina
Planos de aula
Adaptação de conto para peça teatral
Vasculhando a rede
Literatura e podcast
MATEMÁTICA
ReportagensFerramentas tecnológicas nas aulas de Matemática
Calculadora e planilhas eletrônicas auxiliam a turma na resolução de problemas
"A única saída é a capacitação"
Professor norte-americano acredita que é necessário encontrar novas maneiras de preparar os docentes para que ajudem os alunos a raciocinar
Informática para ajudar a compreender ângulos
Relato da professora Andréia Betina Legatzky Klitzke, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, de 2009
Vídeo: Construindo o conceito de ângulo
Conheça o trabalho da professora Andréia Betina Legatzky Klitzke, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, 2009.
Editor de planilhas para calcular dados sobre consumo médio de água
Relato da professora Daniela Mazoco, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, 2009.
Vídeo: Tecnologia e estatísticas para calcular o consumo médio de água
Conheça o trabalho da professora Daniela Mazoco, vencedora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10, 2009.
Plano de aula
Gráficos no Excel na aula de Matemática
ENSINO MÉDIO
Planos de aulaRevele por que a foto digital é herdeira das grandes pinturas
Avalie com os estudantes a credibilidade dos sites de busca
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Festa junina
Conheça diferentes manifestações culturais do período junino e leia quatro planos de aula para desenvolver um bom trabalho com as danças populares - como a quadrilha, a ciranda pernambucana, o jongo e o coco alagoano - com os alunos do 1º ao 9º ano. Saiba, também, como planejar a festa. Boa leitura!
sexta-feira, 2 de março de 2012
Diagnóstico inicial no 6º ano: o mapa do saber
Como conduzir as avaliações iniciais no 6º ano para averiguar o que a turma já aprendeu
Fernanda Salla (novaescola@atleitor.com.br). Colaborou Elisângela Fernandes
A chegada ao 6° ano é marcada por muitas dúvidas. Estudantes acostumados com um único professor multidisciplinar se deparam com diversos educadores. E os docentes, por sua vez, têm o desafio de ampliar o conhecimento dos jovens sobre disciplinas específicas. Para promover uma aprendizagem significativa, é preciso que o professor conheça bem os personagens dessa jornada anual, o que pode ser feito por meio da avaliação realizada no início do ano e repetida sempre que necessário. "Isso possibilita um amplo conhecimento da turma, dando a visão completa de cada aluno e de suas dificuldades", diz Jussara Maria Lerch Hoffmann, mestre em Avaliação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coordenadora da Editora Mediação.
Esse processo tem a função de levantar o que os estudantes sabem e como resolvem as situações-problema. "Também é interessante usar esse momento para tentar traçar um perfil da criança. Afinal, não conseguimos ensinar quem não conhecemos, e a história de vida contribui para a trajetória escolar", afirma Janssen Felipe da Silva, docente da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
Segundo o pesquisador norte-americano David Paul Ausubel (1918-2008), os conhecimentos prévios são pontos de ancoragem para que os novos aprendizados façam sentido. "Isso é essencial para uma aprendizagem significativa, que é construída e se mantém durante toda a vida", explica Rosália Maria Ribeiro de Aragão, professora aposentada da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O docente é quem faz a mediação entre os saberes da criança e o conteúdo a ser apresentado e colabora para respaldar ou complementar uma ideia que o aluno apresenta.
Existem várias maneiras de fazer um diagnóstico: propor problemas, formar rodas de conversa, solicitar a produção ou interpretação de textos, entre outras. Cada disciplina e conteúdo tem suas particularidades. Essas práticas não são restritas ao início do ano e devem ser feitas sempre que surgir um assunto novo. Com elas, você pode obter dados objetivos e observar quais hipóteses o estudante já elaborou em seu processo educativo.
É comum os professores focarem a avaliação no que não foi aprendido, mas uma boa sondagem procura ressaltar o que a criança sabe, independentemente da escola. "O estudante leva para a sala o conhecimento que obtém no mundo", lembra Rosália. Ainda que receba a mesma formação, cada um é único.
Em muitos locais do Brasil, a mudança de ciclo gera a troca de escola, pois as redes municipais e estaduais dividem a formação. Isso pode fazer com que a diferença entre o que cada aluno já aprendeu seja muito grande. Por isso não dá para impor um programa fechado. Com o diagnóstico é possível identificar as individualidades e usar as diferenças para proporcionar o avanço de toda a classe.
No fim das atividades didáticas, o levantamento volta a ganhar importância. Ele deve ser confrontado com os resultados obtidos pela garotada. Comparar esses dois dados é o que permite saber quanto cada aluno evoluiu e, ao longo do ano, diminuir as dúvidas existentes no primeiro dia de aula.
- 1Diagnóstico inicial no 6º ano: o mapa do saber
- 2Língua Portuguesa, Matemática, Ciências e História
- 3Geografia, Educação Física, Língua Estrangeira e Arte
Mais sobre Avaliação Inicial
TESTE
FÓRUM
REPORTAGENS
- Diagnóstico na alfabetização para conhecer a nova turma
- O que cada um sabe sobre produção de texto
- O que eles já sabem de Matemática?
- Como agrupo meus alunos?
PLANO DE AULA
VÍDEOS
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Planejamento 2012
Planejamento 2012
Um bom planejamento requer ações em três esferas: cada professor precisa definir suas atividades de sala de aula, o coordenador pedagógico deve organizar o planejamento da escola e a rede é responsável por dar as diretrizes gerais para o trabalho. Este especial traz informações para organizar o ano letivo com tudo o que você precisa saber em cada uma das três áreas. Boa leitura!
Planejamento na sala de aula
Planejamento na escola
Planejamento na rede
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Respostas para as questões mais comuns sobre recuperação
Respostas para as questões mais comuns sobre recuperação
Nesta reportagem são respondidas às maiores dúvidas de quem enfrenta o desafio de garantir a aprendizagem de todos os alunos, sem exceção
Anderson Moço (anderson.moco@abril.com.br).
1- Como verificar o que de fato os alunos ainda não aprenderam?
Diagnóstico inicial, provas, observações de atividades realizadas em sala de aula, exercícios de sondagem, situações-problema, trabalhos em grupo, tarefas de casa - em conjunto, esses e outros instrumentos de avaliação ajudam a enxergar os diferentes saberes de cada um. Olhar apenas a nota das provas é absolutamente insuficiente para averiguar o que foi aprendido. Ainda mais quando sabemos que esse tipo de avaliação nem sempre é preparado de uma forma que permita checar se cada conteúdo trabalhado foi de fato aprendido. "Avaliação bem feita e válida é aquela que está relacionada aos objetivos de ensino e traz perguntas que abordam tudo o que foi ensinado. Ela permite que o aluno descreva o que aprendeu ou deixou de aprender", afirma Luckesi. "Sem ter clareza sobre as dificuldades de cada um, o professor pensa que terá de trabalhar com muito mais conteúdos do que o necessário e acaba desistindo da recuperação."
Diagnóstico inicial, provas, observações de atividades realizadas em sala de aula, exercícios de sondagem, situações-problema, trabalhos em grupo, tarefas de casa - em conjunto, esses e outros instrumentos de avaliação ajudam a enxergar os diferentes saberes de cada um. Olhar apenas a nota das provas é absolutamente insuficiente para averiguar o que foi aprendido. Ainda mais quando sabemos que esse tipo de avaliação nem sempre é preparado de uma forma que permita checar se cada conteúdo trabalhado foi de fato aprendido. "Avaliação bem feita e válida é aquela que está relacionada aos objetivos de ensino e traz perguntas que abordam tudo o que foi ensinado. Ela permite que o aluno descreva o que aprendeu ou deixou de aprender", afirma Luckesi. "Sem ter clareza sobre as dificuldades de cada um, o professor pensa que terá de trabalhar com muito mais conteúdos do que o necessário e acaba desistindo da recuperação."
2- Como analisar os resultados das estratégias de avaliação?
Em relação especificamente às provas, uma boa dica é ler de uma vez a resposta de todos a uma mesma questão. É importante fazer anotações sobre as dificuldades encontradas: quem errou, por quê, como, as ideias apresentadas sobre o assunto, quais os equívocos mais comuns etc. Tabular esses dados ajuda a definir em que investir mais força, o que retomar coletivamente e o que trabalhar em pequenos grupos (leia mais no quadro abaixo). Ao analisar cadernos, portfólios e trabalhos de casa, você tem um retrato dos diferentes momentos de avanço da turma - o que é fundamental para enxergar exatamente onde está a dificuldade de cada um em compreender o conteúdo e para eleger as estratégias que ajudarão todos a superar os problemas.
Nas situações do dia a dia na sala de aula e nas tarefas de casa, é possível checar se problemas detectados no desempenho em provas se confirmam. "É comum as crianças não saberem utilizar nos testes o conhecimento que têm", ressalta Rosa Maria Antunes de Barros, coordenadora pedagógica da Escola Castanheiras, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, e autora de um estudo sobre grupos de apoio em escolas. Se numa atividade um aluno soube fazer algo e nas outras não, é indicativo de que ele domina parte do conteúdo, mas não está seguro disso. É imprescindível falar com ele, escutar quais são suas hipóteses, verificar até onde chegou e quanto avançou desde a última atividade.
Diagnóstico

O QUE FOI APRENDIDO Um bom diagnóstico das aprendizagens mostra o que a criança já sabe e o que falta aprender. Você vai ver que, dentro de um conteúdo, as dúvidas não são tão diferentes.
Nas situações do dia a dia na sala de aula e nas tarefas de casa, é possível checar se problemas detectados no desempenho em provas se confirmam. "É comum as crianças não saberem utilizar nos testes o conhecimento que têm", ressalta Rosa Maria Antunes de Barros, coordenadora pedagógica da Escola Castanheiras, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, e autora de um estudo sobre grupos de apoio em escolas. Se numa atividade um aluno soube fazer algo e nas outras não, é indicativo de que ele domina parte do conteúdo, mas não está seguro disso. É imprescindível falar com ele, escutar quais são suas hipóteses, verificar até onde chegou e quanto avançou desde a última atividade.
Diagnóstico
3 -Concluí que meus alunos têm dificuldades diferentes. Como lido com isso?
"Fazer agrupamentos é o grande pulo do gato para recuperar as aprendizagens de todos", acredita Rosa Maria. Tendo um diagnóstico bem feito, que aponte exatamente os problemas de cada um em relação aos conteúdos trabalhados em sala até o momento, é possível dividir a classe. Um grupo será constituído pelos que não apresentam problemas e precisam continuar avançando. Os demais devem ser divididos em no máximo três agrupamentos, com dificuldades comuns entre os integrantes. Afinal, em determinado tema abordado em aula, não há tantas coisas diferentes que possam gerar dúvidas entre a garotada. Porém, se você detectou que um problema de aprendizagem é comum a grande parte da turma, cabe uma reflexão: será que a metodologia e a estratégia utilizadas foram coerentes com o objetivo pedagógico? Em seguida, retome o conteúdo com urgência e sobre novas bases. Lembre-se de que avaliar também é checar a qualidade e a eficácia do próprio trabalho.
"Fazer agrupamentos é o grande pulo do gato para recuperar as aprendizagens de todos", acredita Rosa Maria. Tendo um diagnóstico bem feito, que aponte exatamente os problemas de cada um em relação aos conteúdos trabalhados em sala até o momento, é possível dividir a classe. Um grupo será constituído pelos que não apresentam problemas e precisam continuar avançando. Os demais devem ser divididos em no máximo três agrupamentos, com dificuldades comuns entre os integrantes. Afinal, em determinado tema abordado em aula, não há tantas coisas diferentes que possam gerar dúvidas entre a garotada. Porém, se você detectou que um problema de aprendizagem é comum a grande parte da turma, cabe uma reflexão: será que a metodologia e a estratégia utilizadas foram coerentes com o objetivo pedagógico? Em seguida, retome o conteúdo com urgência e sobre novas bases. Lembre-se de que avaliar também é checar a qualidade e a eficácia do próprio trabalho.
4- Quais os critérios mais indicados para formar grupos em sala de aula?
São duas as variáveis que determinam os agrupamentos: as necessidades de aprendizagem e o objetivo da própria atividade. Além disso, é importante considerar as características pessoais e os vínculos afetivos da turma. Dependendo da tarefa, a garotada fica livre para escolher os parceiros. "Em qualquer dessas situações, é importante deixar claro para todos no que se baseou a organização e os seus objetivos com ela. Eles têm de estar seguros e saber o que é esperado deles", ressalta Maria Celina Melchior.
- Separar os que têm dificuldade em uma sala para os "fracos". Essa estratégia estigmatiza quem está de recuperação e não ajuda no processo de aprendizagem.
- Deixar a recuperação para a última semana do ano letivo. Se para a criança está sendo árduo avançar, uma revisão rápida do programa do ano não funcionará.
- Repetir na recuperação as estratégias já usadas. É preciso proporcionar outras formas de ensino para que todos aprendam o conteúdo.
São duas as variáveis que determinam os agrupamentos: as necessidades de aprendizagem e o objetivo da própria atividade. Além disso, é importante considerar as características pessoais e os vínculos afetivos da turma. Dependendo da tarefa, a garotada fica livre para escolher os parceiros. "Em qualquer dessas situações, é importante deixar claro para todos no que se baseou a organização e os seus objetivos com ela. Eles têm de estar seguros e saber o que é esperado deles", ressalta Maria Celina Melchior.
Os erros mais comuns
- Determinar quem será reprovado antes do fim do ano letivo. Os alunos com mais dificuldade não devem ser abandonados. Ao contrário, eles são os que mais precisam de atenção. - Separar os que têm dificuldade em uma sala para os "fracos". Essa estratégia estigmatiza quem está de recuperação e não ajuda no processo de aprendizagem.
- Deixar a recuperação para a última semana do ano letivo. Se para a criança está sendo árduo avançar, uma revisão rápida do programa do ano não funcionará.
- Repetir na recuperação as estratégias já usadas. É preciso proporcionar outras formas de ensino para que todos aprendam o conteúdo.
5- De que forma posso organizar o trabalho dentro dos agrupamentos?
Em cada um deles, o estudo pode se dar em subgrupos, duplas ou individualmente, de acordo com as necessidades de aprendizagem e os objetivos de ensino. Em agrupamentos maiores, são ricas as discussões de estratégias para resolver uma questão ou a reflexão sobre o tema estudado. Nas duplas, é válido colocar alguém que tenha maior dificuldade para realizar uma atividade com um colega que entendeu melhor. As dúvidas do primeiro podem ser fundamentais para que o outro avance no conteúdo. Além disso, quem está enfrentando problemas aprende com a ajuda do colega. "Isso, no entanto, não deve ocorrer sempre. É preciso lembrar que quem sabe também precisa continuar aprendendo", explica Maria Celina. Já as atividades individuais ajudam o aluno a se sentir seguro sobre as aprendizagens, já que tem de colocar em jogo todo o conhecimento adquirido. Não esqueça: na maior parte do tempo, todos estarão juntos e vão seguir aprendendo ou revendo os mesmos conteúdos.
Em cada um deles, o estudo pode se dar em subgrupos, duplas ou individualmente, de acordo com as necessidades de aprendizagem e os objetivos de ensino. Em agrupamentos maiores, são ricas as discussões de estratégias para resolver uma questão ou a reflexão sobre o tema estudado. Nas duplas, é válido colocar alguém que tenha maior dificuldade para realizar uma atividade com um colega que entendeu melhor. As dúvidas do primeiro podem ser fundamentais para que o outro avance no conteúdo. Além disso, quem está enfrentando problemas aprende com a ajuda do colega. "Isso, no entanto, não deve ocorrer sempre. É preciso lembrar que quem sabe também precisa continuar aprendendo", explica Maria Celina. Já as atividades individuais ajudam o aluno a se sentir seguro sobre as aprendizagens, já que tem de colocar em jogo todo o conhecimento adquirido. Não esqueça: na maior parte do tempo, todos estarão juntos e vão seguir aprendendo ou revendo os mesmos conteúdos.
6- Como dar conta das diferentes demandas dos grupos sendo uma pessoa só?
O segredo é planejar em detalhes cada aula de recuperação, prevendo tarefas para todas as equipes (leia mais no quadro abaixo). O ideal é propor sequências didáticas bem ajustadas às necessidades de aprendizagem de cada uma delas. Na hora de determinar o que fazer e quando, considere os critérios didáticos a seguir:
Atividades Trabalhar com foco nas necessidades dos alunos não significa a toda aula propor algo diferente para cada um. É claro que no reforço não adianta repetir o que já foi realizado pela turma, mas propondo diferentes atividades você contempla mais alunos. Para os que já compreenderam a matéria, apresente tarefas com complexidade um pouco maior. À medida que aqueles que estão com dificuldades caminham, é possível propor a eles o que os avançados fizeram nas aulas anteriores. Construa um banco de atividades, se possível, com colegas da escola. Guarde os arquivos de propostas que surtiram bom efeito em aula para sempre adaptá-las e melhorá-las.
Recursos Invista em diversos materiais (vídeos, músicas, revistas, jornais, sites, jogos, mapas, atlas etc.) e estratégias (aulas expositivas, visitas a locais históricos etc.) como ferramentas de ensino. Mesmo em tarefas coletivas, é possível escolher recursos diferentes para cada grupo, sempre pensando no que melhor se encaixa em seu objetivo e nas necessidades de cada um.
Tempo Quem acompanha a turma de perto identifica os que precisam de um período maior para entender um conteúdo e já considera isso no planejamento. Às vezes, a criança tem de ficar mais tempo num mesmo ponto e contar com uma atenção redobrada, enquanto o restante realiza mais de uma atividade. O segredo é destacar essa flexibilização de tempo no planejamento e garantir que nas aulas coletivas ela siga avançando.
Planejamento da recuperação

O segredo é planejar em detalhes cada aula de recuperação, prevendo tarefas para todas as equipes (leia mais no quadro abaixo). O ideal é propor sequências didáticas bem ajustadas às necessidades de aprendizagem de cada uma delas. Na hora de determinar o que fazer e quando, considere os critérios didáticos a seguir:
Atividades Trabalhar com foco nas necessidades dos alunos não significa a toda aula propor algo diferente para cada um. É claro que no reforço não adianta repetir o que já foi realizado pela turma, mas propondo diferentes atividades você contempla mais alunos. Para os que já compreenderam a matéria, apresente tarefas com complexidade um pouco maior. À medida que aqueles que estão com dificuldades caminham, é possível propor a eles o que os avançados fizeram nas aulas anteriores. Construa um banco de atividades, se possível, com colegas da escola. Guarde os arquivos de propostas que surtiram bom efeito em aula para sempre adaptá-las e melhorá-las.
Recursos Invista em diversos materiais (vídeos, músicas, revistas, jornais, sites, jogos, mapas, atlas etc.) e estratégias (aulas expositivas, visitas a locais históricos etc.) como ferramentas de ensino. Mesmo em tarefas coletivas, é possível escolher recursos diferentes para cada grupo, sempre pensando no que melhor se encaixa em seu objetivo e nas necessidades de cada um.
Tempo Quem acompanha a turma de perto identifica os que precisam de um período maior para entender um conteúdo e já considera isso no planejamento. Às vezes, a criança tem de ficar mais tempo num mesmo ponto e contar com uma atenção redobrada, enquanto o restante realiza mais de uma atividade. O segredo é destacar essa flexibilização de tempo no planejamento e garantir que nas aulas coletivas ela siga avançando.
Planejamento da recuperação
7- Como retomar conteúdos não aprendidos sem deixar de cumprir o programa?
Distribuindo algumas aulas de reforço ao longo da semana de forma que você possa propor desafios para os que não têm dificuldades e também atividades para a turma completa. Reserve cerca de uma hora por dia ou um período de sua carga horária para dar atenção aos agrupamentos. Determinar os objetivos e as metas para cada um deles é fundamental para não desperdiçar tempo. No restante do seu horário, siga com todos os alunos o programa normal.
TRABALHO FOCADO Atividades em grupo permitem que os saberes dos alunos se completem. A informação trazida por um colega muitas vezes é o que falta para a compreensão do conceito.
8- Como ajudar cada um de acordo com suas necessidades de aprendizagem?
Uma alternativa é reorganizar a sala, colocando os mais adiantados no fundo, os que estão com dúvidas pontuais no centro e os que apresentam mais problemas próximo a você. Assim, é possível passar entre as carteiras, observar todos atentamente e intervir com afinco no trabalho dos que mais precisam. Verifique como eles fizeram a atividade, peça explicações sobre a resolução, proponha a discussão entre pares, mostre o que precisam rever etc. "Dessa forma, assim que as dúvidas aparecem, elas são sanadas. Uma pequena intervenção, em certos momentos, é essencial para a compreensão do conteúdo", recomenda Maria Celina.
PRONTO PARA AVANÇAR Quando o seu trabalho é baseado na avaliação constante e na intervenção imediata nos problemas, o aluno consegue superar as dificuldades e aprender.
9- Mandar tarefa de casa como reforço é uma boa estratégia?
Como atividade única e isolada, não. Mas, como complemento do trabalho realizado em classe, sim, funciona e muito bem. Nesse caso, a ideia é sistematizar um conhecimento adquirido. "É preciso selecionar desafios que o aluno tenha autonomia para enfrentar. Ele tem de ter visto o conteúdo em sala, tirado todas as dúvidas e feito exercícios similares com o apoio do professor. A tarefa será apenas para sistematizar ou refletir sobre o que aprendeu", explica Rosa Maria. De nada adianta preparar atividades para fazer em casa sem orientação. Dificilmente, ele sozinho conseguirá avançar.
Como atividade única e isolada, não. Mas, como complemento do trabalho realizado em classe, sim, funciona e muito bem. Nesse caso, a ideia é sistematizar um conhecimento adquirido. "É preciso selecionar desafios que o aluno tenha autonomia para enfrentar. Ele tem de ter visto o conteúdo em sala, tirado todas as dúvidas e feito exercícios similares com o apoio do professor. A tarefa será apenas para sistematizar ou refletir sobre o que aprendeu", explica Rosa Maria. De nada adianta preparar atividades para fazer em casa sem orientação. Dificilmente, ele sozinho conseguirá avançar.
10- Qual o papel do titular da turma quando o reforço é no contraturno?
Em escolas que oferecem horários especiais para a recuperação, o papel de quem está diariamente com a turma é fornecer as informações possíveis ao colega que ficará responsável pelas aulas extras, providenciar as atividades que serão propostas e acompanhar o avanço da garotada. Afinal, é ele quem conhece as crianças e sabe quais conteúdos elas precisam rever, as estratégias de ensino já usadas e que se mostraram insuficientes. "Esse tipo de organização não muda em nada a função do regente de sala", ressalta Maria Celina. Há apenas uma exceção a essa regra: crianças não alfabéticas que já estão em séries avançadas do Ensino Fundamental demandam uma ajuda mais efetiva por parte do educador de reforço. Além de essa não ser a área do especialista, a tarefa exige mais tempo e dedicação do que ele tem disponível. Quando essa situação se apresenta, cabe aos gestores da escola ou da rede encaminhar o caso.
Em escolas que oferecem horários especiais para a recuperação, o papel de quem está diariamente com a turma é fornecer as informações possíveis ao colega que ficará responsável pelas aulas extras, providenciar as atividades que serão propostas e acompanhar o avanço da garotada. Afinal, é ele quem conhece as crianças e sabe quais conteúdos elas precisam rever, as estratégias de ensino já usadas e que se mostraram insuficientes. "Esse tipo de organização não muda em nada a função do regente de sala", ressalta Maria Celina. Há apenas uma exceção a essa regra: crianças não alfabéticas que já estão em séries avançadas do Ensino Fundamental demandam uma ajuda mais efetiva por parte do educador de reforço. Além de essa não ser a área do especialista, a tarefa exige mais tempo e dedicação do que ele tem disponível. Quando essa situação se apresenta, cabe aos gestores da escola ou da rede encaminhar o caso.
11- Como saber se a recuperação funcionou e todos aprenderam?
Com novas avaliações e análises dos resultados (leia mais no quadro abaixo). "É preciso acompanhar o avanço de cada um de perto e registrar todos os passos", recomenda Luckesi. Analise se os estudantes superaram obstáculos e sanaram as dúvidas, se participam das discussões com bons argumentos e se têm segurança e destreza para realizar os exercícios. Para se certificar das aprendizagens, você pode apresentar questões semelhantes às das avaliações anteriores e pedir que eles resolvam individualmente. Retome o diagnóstico inicial e as anotações feitas antes da recuperação e compare o desempenho de todos. Aqueles que superaram as dificuldades devem ser transferidos para o grupo dos que precisam de novos desafios. Com aqueles que ainda não superaram todos os problemas detectados, o trabalho continua, assim como a avaliação da aprendizagem de novos conteúdos trabalhados, que é contínua.
Novo diagnóstico

Quer saber mais?
Com novas avaliações e análises dos resultados (leia mais no quadro abaixo). "É preciso acompanhar o avanço de cada um de perto e registrar todos os passos", recomenda Luckesi. Analise se os estudantes superaram obstáculos e sanaram as dúvidas, se participam das discussões com bons argumentos e se têm segurança e destreza para realizar os exercícios. Para se certificar das aprendizagens, você pode apresentar questões semelhantes às das avaliações anteriores e pedir que eles resolvam individualmente. Retome o diagnóstico inicial e as anotações feitas antes da recuperação e compare o desempenho de todos. Aqueles que superaram as dificuldades devem ser transferidos para o grupo dos que precisam de novos desafios. Com aqueles que ainda não superaram todos os problemas detectados, o trabalho continua, assim como a avaliação da aprendizagem de novos conteúdos trabalhados, que é contínua.
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CONTATOS
Cipriano Luckesi
Jussara Hoffmann
Maria Celina Melchior
Rosa Maria Antunes de Barros
BIBLIOGRAFIA
Avaliação da Aprendizagem na Escola: Reelaborando Conceitos e Recriando a Prática, Cipriano Luckesi, 115 págs., Ed. Malabares, tel. (71) 3356-3261, 32,70 reais
Avaliar para Promover - As Setas do Caminho, Jussara Hoffmann, 144 págs., Ed. Mediação, tel. (51) 3330-8105, 37 reais
Da Avaliação dos Saberes à Construção de Competências, Maria Celina Melchior, 180 págs., Ed. Premier, tel. (51) 3061-2452, 23 reais
O Diálogo Entre o Ensino e a Aprendizagem, Telma Weisz e Ana Sanches, 133 págs. Ed. Ática, tel. (11) 3990-1775, 36,90 reais
Por que Avaliar? Como Avaliar? - Critérios e Instrumentos, Ilza Martins Santana, 136 págs., Ed. Vozes, tel. (24) 2233-9000, 24,10 reais
Sucesso Escolar Através da Avaliação e da Recuperação, Maria Celina Melchior, 104 págs., Ed. Premier, 12 reais
Cipriano Luckesi
Jussara Hoffmann
Maria Celina Melchior
Rosa Maria Antunes de Barros
BIBLIOGRAFIA
Avaliação da Aprendizagem na Escola: Reelaborando Conceitos e Recriando a Prática, Cipriano Luckesi, 115 págs., Ed. Malabares, tel. (71) 3356-3261, 32,70 reais
Avaliar para Promover - As Setas do Caminho, Jussara Hoffmann, 144 págs., Ed. Mediação, tel. (51) 3330-8105, 37 reais
Da Avaliação dos Saberes à Construção de Competências, Maria Celina Melchior, 180 págs., Ed. Premier, tel. (51) 3061-2452, 23 reais
O Diálogo Entre o Ensino e a Aprendizagem, Telma Weisz e Ana Sanches, 133 págs. Ed. Ática, tel. (11) 3990-1775, 36,90 reais
Por que Avaliar? Como Avaliar? - Critérios e Instrumentos, Ilza Martins Santana, 136 págs., Ed. Vozes, tel. (24) 2233-9000, 24,10 reais
Sucesso Escolar Através da Avaliação e da Recuperação, Maria Celina Melchior, 104 págs., Ed. Premier, 12 reais
Continue lendo a reportagem
- 1 Como verificar o que de fato os alunos ainda não aprenderam?
- 2 Como analisar os resultados das estratégias de avaliação?
- 3 Concluí que meus alunos têm dificuldades diferentes. Como lido com isso?
- 4 Quais os critérios mais indicados para formar grupos em sala de aula?
- 5 De que forma posso organizar o trabalho dentro dos agrupamentos?
- 6 Como dar conta das diferentes demandas dos grupos sendo uma pessoa só?
- 7 Como retomar conteúdos não aprendidos sem deixar de cumprir o programa?
- 8 Como ajudar cada um de acordo com suas necessidades de aprendizagem?
- 9 Mandar tarefa de casa como reforço é uma boa estratégia?
- 10 Qual o papel do titular da turma quando o reforço é no contraturno?
- 11 Como saber se a recuperação funcionou e todos aprenderam?
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