quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Consciência negra

 

Consciência negra: valorizar a identidade

 Aprenda a valorizar a cultura negra em casa e na escola

Dia da Consciência Negra

O que é o Dia da Consciência Negra? Celebrado no dia 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra  Zumbi dos Palmares, ele é dedicado à reflexão sobre presença do negro na sociedade brasileira. O Dia da Consciência Negra sinaliza a ideia do marco, marca o valor da conquista da liberdade deste grupo,

O dia da Consciência Negra também põe em pauta a importância de discutir a temática negra na escola. A inclusão de assuntos ligados à África e ao povo negro na educação formal é uma das estratégias para reconhecer a presença desse grupo na história do Brasil - os negros correspondem a 6,8% da população brasileira segundo o IBGE, mas os chamados "pardos" chegam a um número próximo da metade da população brasileira. Não à toa, escolas e instituições diversas já reconhecem a importância de trabalhar a cultura negra em seu dia a dia.

Hoje, a lei brasileira obriga as escolas a ensinarem temas relativos à história dos povos africanos em seu currículo. Além disso, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) estabelecem que a diversidade cultural do país deve ser trabalhada no âmbito escolar. "A sociedade em que vivemos valoriza outro estereótipo, o que resulta na invisibilização do negro. Isso tem um efeito bastante perverso: as crianças negras nunca se vêm e o que elas olham é sempre diferente delas", explica Roseli, que coordenou o grupo responsável pelo documento sobre Pluralidade Cultural nos PCNs. "A pluralidade cultural é um tema que pode ser abordado de forma transversal, em várias disciplinas", conclui. Estratégias simples, como a introdução de bonecas negras, podem ter um efeito positivo para reforçar a identificação cultural dos alunos negros. "Revelar a África pela própria visão africana também surte efeito. O continente produz cultura, histórias e mitologia, o que a perspectiva eurocêntrica não nos deixa ver", diz Oswaldo de Oliveira Santos Junior, pesquisador do Núcleo de Educação em Direitos Humanos da Universidade Metodista de São Paulo.

Veja a seguir como pais e professores podem fazer sua parte na valorização da Consciência Negra.

Leia mais: Filme que traça panorama da história dos negros no Brasil ajuda professores a abordarem a cultura africana na escola
Para ler, clique nos itens abaixo:
Um exemplo de trabalho de valorização
O projeto "Um Pouco de Nós, Um Pouco da África", desenvolvido há cinco anos na Escola Estadual Bibliotecária Maria Luisa Monteiro da Cunha, de São Paulo, por exemplo, estimula os alunos do ensino fundamental I a refletirem sobre suas origens, abordando questões que vão muito além da escravidão. A iniciativa valoriza a oralidade e a arte africana a partir do resgate da cultura do continente e da discussão de sua contribuição para a formação da identidade cultural brasileira. Durante o trabalho, os professores familiarizaram os alunos com a literatura africana e incentivaram a leitura e a escrita. "As crianças confeccionaram bonecas negras, o que foi um tiro certeiro. A partir delas, eles criaram histórias e, ao levar as bonecas para casa, envolveram as famílias no trabalho", conta Lurdes Ribeiro, coordenadora da escola, que tem aproximadamente 50% de alunos negros e pardos. Após cinco anos, o resultado é, segundo Lurdes, uma valorização dos negros enquanto cultura e etnia. "Alunos que não se assumiam negros passaram a se assumir. E quem não é negro passou a valorizar essa cultura da qual fomos privados por tanto tempo". O projeto finalista do 4º Prêmio Educar para a Igualdade Racial, organizado pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert).
Consciência negra no espaço
Além de inserir a questão da igualdade racial no currículo e nos temas debatidos em sala de aula, transformar o espaço da escola é uma boa maneira de construir uma identidade que inclua os negros. No Colégio Vértice, em São Paulo, o Projeto África mudou a cara da escola no sábado, 7 de novembro. Depois de um ano inteiro trabalhando com o tema África, os alunos organizaram um Safári Cultural, uma exposição interdisciplinar aberta ao público com enfoque em aspectos distintos da cultura brasileira e da cultura afro-brasileira. "Os alunos estudaram temas relativos ao passado e ao presente da África e expuseram os trabalhos do ano inteiro", conta Adilson Garcia, diretor da escola. Apresentações de música e dança e palestras também fizeram parte do Sáfari. "Quando se fala em África, vem todo um preconceito, um desconhecimento. Por isso, é preciso mostrar visualmente a diversidade cultural do continente", completa Garcia.
Consciência negra nos materiais didáticos
A oferta de materiais didáticos que contemplem o negro já foi bem pequena, mas tem crescido nos últimos anos. "Ainda é preciso usar muito material alternativo, mas a oferta tem crescido gradativamente, principalmente entre as grandes editoras", afirma Antonio Carlos Billy Malachias, coordenador do Programa de Educação e Políticas Públicas do Ceert. Finalista da 4ª edição do Prêmio Educar para a Igualdade Racial, a professora Ellen de Lima Souza, da Escola Orbe, de Marília (SP), utilizou o livro O Menino Marrom, de Ziraldo, para tratar o tema da igualdade racial nas turmas de Educação Infantil. Os alunos reconstruíram a personagem confeccionando um boneco em sala de aula e criaram finais diferentes para a história de Ziraldo. Como resultado, a temática das relações étnico-raciais passou a ser mais valorizada na escola como um todo. Assim como livros, também há jogos e brincadeiras que podem ser usados para ampliar os conhecimentos dos alunos sobre a cultura africana. Um dele é o yoté, um jogo de estratégia muito popular na região oeste da África que desenvolve o raciocínio e a capacidade de observação.
Consciência negra no conteúdo
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN)) estabelecem que a diversidade cultural do país deve ser trabalhada na escola. Além disso, a lei brasileira obriga as escolas a ensinarem temas relativos à história dos povos africanos. "A pluralidade cultural é um tema que pode ser abordado de forma transversal, em várias disciplinas", explica Roseli Fischmann, que coordenou o grupo responsável pelo documento sobre este tema nos PCNs. Há muitas possibilidades para enriquecer o aprendizado por meio da inserção da cultura negra africana. "Uma das estratégias no ensino fundamental e médio é revelar a África pela própria visão africana", diz Oswaldo de Oliveira Santos Junior, pesquisador do Núcleo de Direitos Humanos em Educação da Universidade Metodista de São Paulo. "Nesse sentido, trabalhar mitos de fundação africanos surte muito efeito, pois isso mostra que a África tem uma histórica contada por ela mesma", completa. Além dos mitos, é possível explorar aspectos históricos, como a contribuição dos negros na alimentação do Brasil e sua influência nas palavras da nossa língua. Revelando aos alunos a riqueza da cultura africana para além dos estereótipos é possível combater preconceitos dos alunos brancos e reforçar a auto-estima dos estudantes negros. Apesar da obrigatoriedade e da multiplicidade de enfoques, a visão europeia ainda predomina em muitas das escolas brasileiras. Prova disso é a quase inexistência de bonecas negras na Educação infantil ou quantidade limitada de livros infantis e infanto-juvenis que trazem negros como protagonistas. "Isso tem um efeito bastante perverso: as crianças negras nunca se vêm e o que elas olham é sempre diferente delas", explica Roseli. Ainda que a lei obrigue a escola a valorizar temáticas de origem africana, ela é solenemente ignorada na escola, acredita Oswaldo, da Metodista. "Toda história sobre a África é feita com representações eurocêntricas, a partir de um viés europeu. Isso favorece preconceitos e a invisibilidade dos povos africanos", explica.
Consciência negra no dia 20 de novembro
O Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A data foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003. Trata-se de um feriado facultativo, mas mais de 400 cidades brasileiras já aderiram, segundo a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial - SEPPIR, do governo federal. A escola pode fazer sua parte, assinalando que se trata de mais que um mero feriado e sim de uma conquista importante para uma parte representativa da população brasileira - os negros correspondem a 6,8% da população brasileira segundo o IBGE. Os chamados "pardos", no entanto, chegam a um número próximo da metade da população. "O dia 20 sinaliza a ideia do marco, marca o valor da conquista da liberdade deste grupo", explica Roseli Fischmann. A lembrança de temáticas relacionadas à cultura negra deve estar presente no decorrer de todo o ano letivo, como preveem os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) e a legislação brasileira. "Não podemos limitar a história da África a um dia ou uma parte do ano. Vejo o Dia da Consciência Negra como ápice do trabalho feito o ano todo", diz Oswaldo de Oliveira Santos Junior, pesquisador do Núcleo de Direitos Humanos e Educação da Universidade Metodista de São Paulo. Para ele, comemorar a data na escola com festa e com música, depois de um período de preparação, pode ser uma boa iniciativa para criar espaços de igualdade entre os alunos e reforçar a importância da efeméride. "Comemorar é trazer à memória, celebrar a memória de forma comunitária", acrescenta.
Consciência negra na lei
Em 2003, a lei nº 10.639/03, tornou obrigatório o ensino da História e da Cultura Afro-Brasileira em todas as escolas de ensino fundamental e médio do país. A imposição se aplica a instituições públicas e privadas. A partir da sanção dessa lei, as escolas brasileiras passaram a ter que implementar o ensino da cultura africana, da luta do povo negro no país e de toda a história afro-brasileira nas áreas social, econômica e política. O conteúdo deve ser ministrado transversalmente, em todo o currículo escolar, com ênfase nas áreas de História Brasileira, Educação Artística e Literatura. "Essa lei é uma reivindicação muito antiga e altera a Lei de Diretrizes e Bases", afirma Roseli Fischmann, coordenadora do grupo responsável pelo documento sobre Pluralidade Cultural dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), professora da USP e da Universidade Metodista de São Paulo. "A legislação faz justiça à contribuição que esse grupo esquecido, mas importante, deu ao país", explica ela, que também é expert da Unesco para a Coalizão Internacional de Cidades contra o Racismo e a Discriminação. Segundo Roseli, a lei é um passo importante para o reconhecimento presença histórica dos negros no Brasil e no combate ao racismo. "Uma das formas de discriminar um grupo é silenciá-lo, tornando-o invisível. Isso aumenta o desconhecimento e estimula o preconceito e ignorância".
Consciência negra na literatura infanto-juvenil
 
Texto:Bruna Nicolielo, Marina Azaredo e Mayra Raizi

Sugestões de Atividades

 Educação das Relações Étnico- Raciais
Esta apostila foi organizada pela equipe da Diretoria de Temáticas Especiais e apresenta uma série de sugestões de atividades, de indicação de filmes, vídeos e bibliografias que procuram se adequar aos níveis e modalidades de ensino aqui tratados em sua relação com a História e Cultura africanas e afro-brasileiras e com a temática étnico-racial. 



Vídeos para consciência negra


Biblioteca Virtual

  No portal do CRV da SEE/MG novos módulos didáticos sobre Cultura Africana:

História e prática da Lei 10.639/03
Introdução à História e Cultura Africana - parte 01
Introdução à História e Cultura Africana - parte 02
Os tempos e os espaços no estudo da História Africana
A capoeira como patrimônio imaterial - parte 01
A capoeira como patrimônio imaterial - parte 02
Biografias e positivação de memórias afro-brasileiras na escola – parte 1
Biografias e positivação de memórias afro-brasileiras na escola – parte 2

Veja mais no CRV :

- Dia da Consciência Negra

 20 de novembro - Eis um ótimo momento para o professor discutir o assunto com os alunos e com outros educadores

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Jornada Mundial da Juventude

Cruz dos Jovens e Ícone de Maria


         CRUZ DO ANO SANTO, CRUZ DO JUBILEU, CRUZ DA JMJ, CRUZ PEREGRINA foi entregue pelo papa João Paulo II aos jovens para que a levassem a todo o mundo. Ela foi construída em 1983, tem 3,8 m, para ser o símbolo da Fé Católica e, inicialmente ficou perto do altar principal Basílica de São Pedro durante o Ano Santo da Redenção (Semana Santa de 1983 à Semana Santa de 1984). Na conclusão do Jubileu Redenção João Paulo entrega a cruz aos jovens como símbolo do amor de Cristo pela humanidade. “Somente na morte e ressurreição de Cristo podemos encontrar a salvação e a redenção”. (João Paulo II em abril de 1984).
            A cruz fica no Centro Internacional São Lourenço, em Roma, quando ela não está peregrinando pelo mundo.
            No ano de 2003, em Roma, o papa João Paulo II deu aos jovens um segundo símbolo de fé para ser levado pelo mundo, o ícone de Nossa Senhora, uma cópia contemporânea de um antigo e sagrado ícone encontrado na primeira e maior basílica para Maria, a Mãe de Deus, no Ocidente, Santa Maria Maior. É o sinal da presença materna de Maria próxima aos jovens que são chamados como o apóstolo João, a acolhê-la em suas vidas.
      
  Esses símbolos são apresentados ao mundo de forma mais contundente pelos jovens que os levam não por alguns momentos ou horas, mas pelo exemplo de suas vidas cristãs diariamente.

Por Eduardo Menezes,Professor da EE.Zinha Meira de Bocaiúva,MG

  

Juventude unida pela fé


             A juventude exerce e sempre exerceu importante papel na disseminação de ideias, na mudança e na realização de atos. Mas atualmente, ainda são muitos os jovens que são movidos pela violência, drogas, confusões, entre outros males que atormentam a sociedade, jovens estes que deixaram de lado a fé.

             Portanto, bote fé na juventude, pois como jovens, temos uma grande responsabilidade em nossas mãos, pois somos o futuro da nação, uma juventude unida, movida pela fé, que clama a Deus e que sinta orgulho ao fazer isso, irá promover um futuro de muita paz.

Por alunos do 3º ano do ensino médio e Professora Marlene Santiago da da EE.Zinha Meira de Bocaiúva,MG


A Comunidade Escolar Zinha Meira  recebe a Cruz dos Jovens

e o Ícone de Maria

 



"Bocaiúva está em estado de graça...Que Deus derrame muitas bençãos em nossa cidade,em nossa escola, nossas crianças, nossos jovens e em toda população!!"                         
                                            Professora  Bárbara Yasmin Brandão                                                                                                       

Jornada Mundial da Juventude




Jornada Mundial da Juventude no Brasil: Rio 2013


O Brasil já foi sede de muitos mundiais, da moda, da gastronomia, das artes, esportivos, importantes congressos científicos internacionais, enfim já foi palco de grandes eventos que colocaram o nosso país em evidência.
Agora, o Brasil se prepara para receber, em 2013, a Jornada Mundial da Juventude, em 2014 a Copa do Mundo e em 2016 os Jogos Olímpicos
O papa Bento XVI anunciou oficialmente que a Jornada Mundial da Juventude de 2013 será no Rio de Janeiro.Com certeza é uma bela notícia, mas soma-se uma grande responsabilidade em preparar não só o espaço físico, mas de maneira especial, preparar os corações dos jovens e adultos de todo o Brasil para acolher e conviver durante dez dias, com jovens de todas as latitudes.
 Os jovens que estarão chegando no Brasil terão como missão evangelizar, das mais variadas formas, como também conhecer as realidades da juventude brasileira. Esse intercâmbio é parte integrante da jornada.
E aqui aproveito para destacar os 10 conselhos que Bento XVI transmitiu aos jovens em Madrid, durante a JMJ na Espanha:
  1. Conversar com Deus;
  2. Contar-lhe as penas e alegrias;
  3. Não desconfiar de Cristo;
  4. Estar alegres: querer ser santos;
  5. Deus: tema de conversa com os amigos;
  6. No Domingo, ir à Missa;
  7. Demonstrar que Deus não é triste;
  8. Conhecer a fé;
  9. Ajudar: ser útil;
  10. Ler a Bíblia:
"O segredo para ter um ‘coração que entenda’ é edificar um coração capaz de escutar. Isto é possível meditando sem cessar a palavra de Deus e permanecendo enraizados nela, mediante o esforço de conhecê-la sempre melhor. Queridos jovens, exorto-vos a adquirir intimidade com a Bíblia, a tê-la à mão, para que seja para vós como uma bússola que indica o caminho a seguir. Lendo-a, aprender eis a conhecer Cristo. São Jerônimo observa a este respeito: ‘O desconhecimento das Escrituras é o desconhecimento de Cristo’". (Papa Bento XVI ).

Jornada Mundial da Juventude
Um dos maiores legados de uma Jornada Mundial da Juventude é a unidade. Quem participa de uma JMJ pode ver e sentir no coração o povo de Deus falando uma só linguagem: a do amor. Durante o encontro as diversas culturas e espiritualidades convivem e se entendem. Alguém que observa do 'lado de fora' pode questionar como tantas línguas e raças não se tornam uma 'babel'. Ao contrário, a juventude reunida ao redor do Papa dá um testemunho vivo de fé e de esperança em um mundo diferente, melhor.




Minas recebe Cruz dos Jovens e Ícone de Maria

As montanhas de Minas Gerais, com seu povo hospitaleiro e religioso, recebem, neste mês de novembro, a Cruz da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) e o Ícone de Nossa Senhora. Esta será a primeira etapa da peregrinação dos dois Símbolos pelo Regional Leste 2 da CNBB, com um itinerário que inclui 21 das 32 dioceses, começando por Teófilo Otoni, em 1° de novembro, e indo até São João del Rei, em 29 de novembro.

No dia 15 de outubro a viagem por Minas Gerais fará uma breve pausa: o Ícone e a Cruz irão para Aparecida (SP), onde participarão da Romaria Nacional da Juventude. Mas já no dia seguinte estarão de volta às alterosas. No dia 19, Belo Horizonte será a segunda capital a promover o Bote Fé, a grande festa com os jovens e os Símbolos. O primeiro foi em 18 de setembro, em São Paulo.

Em dezembro, será a vez do Regional Nordeste 3, que inclui Bahia e Sergipe, receber os Símbolos.

A segunda etapa da peregrinação da Cruz e do Ícone pelo Regional Leste 2 acontecerá em março de 2013. Nesse período serão visitadas as dioceses do Sul de Minas, do Triângulo Mineiro e do estado do Espírito Santo.

Veja, a seguir, o mapa e as datas da peregrinação pelas dioceses do Regional Leste 2.


2011
Dia 1°/11 - Diocese de Teófilo Otoni
2/11 – Diocese de Almenara
3/11 – Diocese de Araçuaí
4/11 – Diocese de Guanhães
6/11 – Arquidiocese de Diamantina
7/11 – Arquidiocese de Montes Claros
10/11 – Diocese de Janaúba
11/11 – Diocese de Januária
13/11 – Diocese de Paracatu
15/11 – Arquidiocese de Aparecida (SP)
16 /11 – Diocese de Sete Lagoas
17/11 – Diocese de Divinópolis
18/11 – Diocese de Oliveira
19 /11 – Arquidiocese de Belo Horizonte
20 /11 – Diocese de Luz
21/11 – Arquidiocese de Mariana
23/11 – Diocese de Caratinga
24/11 – Diocese de Governador Valadares
25/11 – Diocese de Itabira e Coronel Fabriciano
26/11 – Diocese de Leopoldina
27/11 – Arquidicoese de Juiz de Fora
28/11 – Diocese de São João del Rei


2013
1° a 5 de março - Província de Pouso Alegre (Arquidiocese de Pouso Alegre e dioceses de Campanha e Guaxupé)
6 a 10 de março - Província de Uberaba (Arquidiocese de Uberaba e dioceses de Uberlândia, Patos de Minas e Ituiutaba)
10 a 15 de março - Província de Vitória do Espírito Santo (Arquidiocese de Vitória e dioceses de São Mateus, Colatina e Cachoeiro do Itapemirim)


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O caminho para alfabetizar

            Ensinar a ler e escrever exige um estudo constante para conhecer como as crianças aprendem, as práticas de linguagem e as atividades fundamentais em classe. Conheça o caminho para fazer toda a turma avançar.


NA TRILHA CERTA Helena Gouveia, 4 anos, da Escola Criarte, em São Paulo, mostra a lista de músicas para sua festa. Foto: Cacá Bratke

Os dados mais recentes do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), divulgado em 2009 pelo Instituto Paulo Montenegro e pela ONG Ação Educativa, expressam uma realidade absurda. De acordo com o índice, quatro em cada dez brasileiros que cursaram até a 4ª série e hoje têm entre 15 e 24 anos de idade não conseguem compreender nada além de um pequeno bilhete ou anúncio. Um fracasso que, em grande medida, tem como responsável uma concepção de ensino inadequada, que predominou nas salas de aula durante boa parte do século passado. Ao voltar suas baterias quase exclusivamente para as atividades de cópia e memorização das famílias silábicas, professores reduziram a alfabetização a uma atividade de decifração em que ler era decorar sílabas, e escrever, repeti-las à exaustão. Havia um problema grave sobre o que se ensinava, pois a escrita era abordada sem seu aspecto comunicativo.

Hoje, dezenas de pesquisas científicas apontam que é essencial mergulhar no funcionamento do sistema de escrita alfabético em meio às práticas sociais de linguagem em que ele se expressa. Em outras palavras, conhecer os diferentes tipos de texto, suas funções comunicativas e as formas como eles devem ser produzidos é fundamental para que os alunos saibam como interpretá-los e concebê-los. "Os melhores alfabetizadores encontraram o equilíbrio entre esses dois polos: levam a turma a compreender a natureza do sistema de escrita e, ao mesmo tempo, a entrar em contato com as características da linguagem que escreve", afirma Cristiane Pelissari, formadora do programa Além das Letras, do Instituto Avisa Lá, de São Paulo. Muitas vezes vão além disso. Também promovem atividades diagnósticas para avaliar o que as crianças sabem e o caminho que cada uma precisa percorrer para se alfabetizar. Em seguida, organizam a rotina em três modalidades: atividades permanentes, sequências e projetos didáticos.

NOVA ESCOLA agrupou essas ações em seis práticas essenciais para uma alfabetização efetiva. Conheça os detalhes de cada uma delas e as características das atividades desafiadoras:
• Identificar o que cada criança da turma já sabe
• Realizar atividades com foco no sistema de escrita
• Realizar atividades com foco nas práticas de linguagem
• Utilizar projetos didáticos para alfabetizar
• Trabalhar com sequências didáticas
• Incluir atividades permanentes na rotina 


Publicado em NOVA ESCOLA Edição 239, Fevereiro de 2011. Título original: 6 práticas essenciais na alfabetização

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Prova Brasil e Saeb

 Prova Brasil e Saeb

 O Sistema de Avaliação da Educação Básica é composto por duas avaliações complementares.

A primeira, denominada Aneb – Avaliação Nacional da Educação Básica, abrange de maneira amostral os estudantes das redes públicas e privadas do país, localizados na área rural e urbana e matriculados no 5º e 9º anos do ensino fundamental e também no 3º ano do ensino médio. Nesses estratos, os resultados são apresentados para cada Unidade da Federação, Região e para o Brasil como um todo.
A segunda, denominada Anresc - Avaliação Nacional do Rendimento Escolar, é aplicada censitariamente alunos de 5º e 9º anos do ensino fundamental público, nas redes estaduais, municipais e federais, de área rural e urbana, em escolas que tenham no mínimo 20 alunos matriculados na série avaliada. Nesse estrato, a prova recebe o nome de Prova Brasil e oferece resultados por escola, município, Unidade da Federação e país que também são utilizados no cálculo do Ideb.
As avaliações que compõem o Saeb são realizadas a cada dois anos, quando são aplicadas provas de Língua Portuguesa e Matemática, além de questionários socioeconômicos aos alunos participantes e à comunidade escolar.

 Prova Brasil e SAEB 2011

O INEP realizará a Aneb e a Prova Brasil (Anresc) 2011 em parceria com Estados e Municípios. Participarão da Prova Brasil 2011 todas as escolas com pelo menos 20 estudantes no 5º Ano (4ª Série) e 9º Ano (8ª Série) do ensino fundamental regular, matriculados, em escolas públicas, localizadas em zona urbana e rural.
As provas serão aplicadas no período de 7 a 18 de novembro de 2011, em todos os Estados e no Distrito Federal.
Para realização da Aneb será selecionada uma amostra complementar à Prova Brasil cujos estratos serão constituídos por:
·                  escolas que tenham de 10 a 19 estudantes matriculados no 5º ano (4ª série) ou 9º ano (8ª série) do ensino fundamental regular público;
·                 escolas que tenham 10 ou mais estudantes matriculados no 5º ano (4ª série) ou 9º ano (8ª série) do ensino fundamental regular privado;
·                 e escolas que tenham 10 ou mais estudantes matriculados na 3ª série do ensino médio regular público ou privado.
Atenção: o público alvo que participará desta aplicação será considerado com base nos dados do Censo Escolar, informados até o dia 14 de agosto de 2011.

 

Exemplos de Questões

As avaliações de matemática e de português da Prova Brasil e do Saeb oferecem aos estudantes de todas as séries avaliadas questões de múltipla escolha. Para cada questão são apresentadas quatro alternativas de resposta, sendo que apenas uma está correta. Durante o preenchimento do formulário de respostas, o aluno deverá assinalar um "X" na alternativa desejada.
Abaixo apresentamos exemplos de questões e as questões comentadas para que todos possam conhecer melhor a como é o teste da Prova Brasil.
 

Exemplos de questões

·                     5° ano do Ensino Fundamental - Língua Portuguesa
·                     5° ano do Ensino Fundamental - Matemática
·                     9° ano do Ensino Fundamental - Língua Portuguesa
·                     9° ano do Ensino Fundamental - Matemática
·                     3ª série do Ensino Médio - Língua Portuguesa
·                     3ª série do Ensino Médio - Matemática

Comentários das questões

·                     Matemática - 5° ano do ensino fundamental
·                     Matemática - 9° ano do ensino fundamental
·                     Matemática - 3º ano do ensino médio
·                      

 

Simulados
Gabaritos

 

Matrizes de Referência
Cadernos

 

Todos podem consultar os resultados da Prova Brasil e Saeb

Consultar
Saiba que...
·                 A primeira edição da Prova Brasil foi aplicada em 2005
·                 É apresentado resultado para cada uma das escolas participantes.
E mais:
·                 Ao selecionar uma unidade da Federação e um município, no sistema de consulta, você encontra a listagem completa de escolas na localidade.
·                 Nos resultados há um arquivo em PDF para cada escola, com suas médias na Prova Brasil e números de participação, além de indicadores de rendimento escolar, médias de hora-aula diária, docentes com curso superior e percentual de alunos com distorção idade/série, ou seja, atrasados pela sua idade.
·                 As informações vêm contextualizadas também no âmbito do município onde fica a escola, estado e Brasil.
·                 Os resultados do Saeb, de 1995 a 2005, estão disponíveis por meio do download de tabelas em PDF.
·                 Eles são apresentados por série e disciplina avaliada, em cada uma das categorias administrativas e por unidade da Federação
Distribuição de alunos por níveis de proficiência e UF
em Matemática
·                 5° ano do Ensino Fundamental
·                 9° ano do Ensino Fundamental
·                 3ª série do Ensino Médio
em Português
·                 5° ano do Ensino Fundamental
·                 9° ano do Ensino Fundamental
·                 3ª série do Ensino Médio
·                 Os resultados do Saeb, de 1995 a 2005, estão disponíveis por meio do download de tabelas em Excel.
·                 Eles são apresentados por níveis de acordo com a proficiência

  
Fonte:INEP