quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Jornada Mundial da Juventude

Cruz dos Jovens e Ícone de Maria


         CRUZ DO ANO SANTO, CRUZ DO JUBILEU, CRUZ DA JMJ, CRUZ PEREGRINA foi entregue pelo papa João Paulo II aos jovens para que a levassem a todo o mundo. Ela foi construída em 1983, tem 3,8 m, para ser o símbolo da Fé Católica e, inicialmente ficou perto do altar principal Basílica de São Pedro durante o Ano Santo da Redenção (Semana Santa de 1983 à Semana Santa de 1984). Na conclusão do Jubileu Redenção João Paulo entrega a cruz aos jovens como símbolo do amor de Cristo pela humanidade. “Somente na morte e ressurreição de Cristo podemos encontrar a salvação e a redenção”. (João Paulo II em abril de 1984).
            A cruz fica no Centro Internacional São Lourenço, em Roma, quando ela não está peregrinando pelo mundo.
            No ano de 2003, em Roma, o papa João Paulo II deu aos jovens um segundo símbolo de fé para ser levado pelo mundo, o ícone de Nossa Senhora, uma cópia contemporânea de um antigo e sagrado ícone encontrado na primeira e maior basílica para Maria, a Mãe de Deus, no Ocidente, Santa Maria Maior. É o sinal da presença materna de Maria próxima aos jovens que são chamados como o apóstolo João, a acolhê-la em suas vidas.
      
  Esses símbolos são apresentados ao mundo de forma mais contundente pelos jovens que os levam não por alguns momentos ou horas, mas pelo exemplo de suas vidas cristãs diariamente.

Por Eduardo Menezes,Professor da EE.Zinha Meira de Bocaiúva,MG

  

Juventude unida pela fé


             A juventude exerce e sempre exerceu importante papel na disseminação de ideias, na mudança e na realização de atos. Mas atualmente, ainda são muitos os jovens que são movidos pela violência, drogas, confusões, entre outros males que atormentam a sociedade, jovens estes que deixaram de lado a fé.

             Portanto, bote fé na juventude, pois como jovens, temos uma grande responsabilidade em nossas mãos, pois somos o futuro da nação, uma juventude unida, movida pela fé, que clama a Deus e que sinta orgulho ao fazer isso, irá promover um futuro de muita paz.

Por alunos do 3º ano do ensino médio e Professora Marlene Santiago da da EE.Zinha Meira de Bocaiúva,MG


A Comunidade Escolar Zinha Meira  recebe a Cruz dos Jovens

e o Ícone de Maria

 



"Bocaiúva está em estado de graça...Que Deus derrame muitas bençãos em nossa cidade,em nossa escola, nossas crianças, nossos jovens e em toda população!!"                         
                                            Professora  Bárbara Yasmin Brandão                                                                                                       

Jornada Mundial da Juventude




Jornada Mundial da Juventude no Brasil: Rio 2013


O Brasil já foi sede de muitos mundiais, da moda, da gastronomia, das artes, esportivos, importantes congressos científicos internacionais, enfim já foi palco de grandes eventos que colocaram o nosso país em evidência.
Agora, o Brasil se prepara para receber, em 2013, a Jornada Mundial da Juventude, em 2014 a Copa do Mundo e em 2016 os Jogos Olímpicos
O papa Bento XVI anunciou oficialmente que a Jornada Mundial da Juventude de 2013 será no Rio de Janeiro.Com certeza é uma bela notícia, mas soma-se uma grande responsabilidade em preparar não só o espaço físico, mas de maneira especial, preparar os corações dos jovens e adultos de todo o Brasil para acolher e conviver durante dez dias, com jovens de todas as latitudes.
 Os jovens que estarão chegando no Brasil terão como missão evangelizar, das mais variadas formas, como também conhecer as realidades da juventude brasileira. Esse intercâmbio é parte integrante da jornada.
E aqui aproveito para destacar os 10 conselhos que Bento XVI transmitiu aos jovens em Madrid, durante a JMJ na Espanha:
  1. Conversar com Deus;
  2. Contar-lhe as penas e alegrias;
  3. Não desconfiar de Cristo;
  4. Estar alegres: querer ser santos;
  5. Deus: tema de conversa com os amigos;
  6. No Domingo, ir à Missa;
  7. Demonstrar que Deus não é triste;
  8. Conhecer a fé;
  9. Ajudar: ser útil;
  10. Ler a Bíblia:
"O segredo para ter um ‘coração que entenda’ é edificar um coração capaz de escutar. Isto é possível meditando sem cessar a palavra de Deus e permanecendo enraizados nela, mediante o esforço de conhecê-la sempre melhor. Queridos jovens, exorto-vos a adquirir intimidade com a Bíblia, a tê-la à mão, para que seja para vós como uma bússola que indica o caminho a seguir. Lendo-a, aprender eis a conhecer Cristo. São Jerônimo observa a este respeito: ‘O desconhecimento das Escrituras é o desconhecimento de Cristo’". (Papa Bento XVI ).

Jornada Mundial da Juventude
Um dos maiores legados de uma Jornada Mundial da Juventude é a unidade. Quem participa de uma JMJ pode ver e sentir no coração o povo de Deus falando uma só linguagem: a do amor. Durante o encontro as diversas culturas e espiritualidades convivem e se entendem. Alguém que observa do 'lado de fora' pode questionar como tantas línguas e raças não se tornam uma 'babel'. Ao contrário, a juventude reunida ao redor do Papa dá um testemunho vivo de fé e de esperança em um mundo diferente, melhor.




Minas recebe Cruz dos Jovens e Ícone de Maria

As montanhas de Minas Gerais, com seu povo hospitaleiro e religioso, recebem, neste mês de novembro, a Cruz da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) e o Ícone de Nossa Senhora. Esta será a primeira etapa da peregrinação dos dois Símbolos pelo Regional Leste 2 da CNBB, com um itinerário que inclui 21 das 32 dioceses, começando por Teófilo Otoni, em 1° de novembro, e indo até São João del Rei, em 29 de novembro.

No dia 15 de outubro a viagem por Minas Gerais fará uma breve pausa: o Ícone e a Cruz irão para Aparecida (SP), onde participarão da Romaria Nacional da Juventude. Mas já no dia seguinte estarão de volta às alterosas. No dia 19, Belo Horizonte será a segunda capital a promover o Bote Fé, a grande festa com os jovens e os Símbolos. O primeiro foi em 18 de setembro, em São Paulo.

Em dezembro, será a vez do Regional Nordeste 3, que inclui Bahia e Sergipe, receber os Símbolos.

A segunda etapa da peregrinação da Cruz e do Ícone pelo Regional Leste 2 acontecerá em março de 2013. Nesse período serão visitadas as dioceses do Sul de Minas, do Triângulo Mineiro e do estado do Espírito Santo.

Veja, a seguir, o mapa e as datas da peregrinação pelas dioceses do Regional Leste 2.


2011
Dia 1°/11 - Diocese de Teófilo Otoni
2/11 – Diocese de Almenara
3/11 – Diocese de Araçuaí
4/11 – Diocese de Guanhães
6/11 – Arquidiocese de Diamantina
7/11 – Arquidiocese de Montes Claros
10/11 – Diocese de Janaúba
11/11 – Diocese de Januária
13/11 – Diocese de Paracatu
15/11 – Arquidiocese de Aparecida (SP)
16 /11 – Diocese de Sete Lagoas
17/11 – Diocese de Divinópolis
18/11 – Diocese de Oliveira
19 /11 – Arquidiocese de Belo Horizonte
20 /11 – Diocese de Luz
21/11 – Arquidiocese de Mariana
23/11 – Diocese de Caratinga
24/11 – Diocese de Governador Valadares
25/11 – Diocese de Itabira e Coronel Fabriciano
26/11 – Diocese de Leopoldina
27/11 – Arquidicoese de Juiz de Fora
28/11 – Diocese de São João del Rei


2013
1° a 5 de março - Província de Pouso Alegre (Arquidiocese de Pouso Alegre e dioceses de Campanha e Guaxupé)
6 a 10 de março - Província de Uberaba (Arquidiocese de Uberaba e dioceses de Uberlândia, Patos de Minas e Ituiutaba)
10 a 15 de março - Província de Vitória do Espírito Santo (Arquidiocese de Vitória e dioceses de São Mateus, Colatina e Cachoeiro do Itapemirim)


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O caminho para alfabetizar

            Ensinar a ler e escrever exige um estudo constante para conhecer como as crianças aprendem, as práticas de linguagem e as atividades fundamentais em classe. Conheça o caminho para fazer toda a turma avançar.


NA TRILHA CERTA Helena Gouveia, 4 anos, da Escola Criarte, em São Paulo, mostra a lista de músicas para sua festa. Foto: Cacá Bratke

Os dados mais recentes do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), divulgado em 2009 pelo Instituto Paulo Montenegro e pela ONG Ação Educativa, expressam uma realidade absurda. De acordo com o índice, quatro em cada dez brasileiros que cursaram até a 4ª série e hoje têm entre 15 e 24 anos de idade não conseguem compreender nada além de um pequeno bilhete ou anúncio. Um fracasso que, em grande medida, tem como responsável uma concepção de ensino inadequada, que predominou nas salas de aula durante boa parte do século passado. Ao voltar suas baterias quase exclusivamente para as atividades de cópia e memorização das famílias silábicas, professores reduziram a alfabetização a uma atividade de decifração em que ler era decorar sílabas, e escrever, repeti-las à exaustão. Havia um problema grave sobre o que se ensinava, pois a escrita era abordada sem seu aspecto comunicativo.

Hoje, dezenas de pesquisas científicas apontam que é essencial mergulhar no funcionamento do sistema de escrita alfabético em meio às práticas sociais de linguagem em que ele se expressa. Em outras palavras, conhecer os diferentes tipos de texto, suas funções comunicativas e as formas como eles devem ser produzidos é fundamental para que os alunos saibam como interpretá-los e concebê-los. "Os melhores alfabetizadores encontraram o equilíbrio entre esses dois polos: levam a turma a compreender a natureza do sistema de escrita e, ao mesmo tempo, a entrar em contato com as características da linguagem que escreve", afirma Cristiane Pelissari, formadora do programa Além das Letras, do Instituto Avisa Lá, de São Paulo. Muitas vezes vão além disso. Também promovem atividades diagnósticas para avaliar o que as crianças sabem e o caminho que cada uma precisa percorrer para se alfabetizar. Em seguida, organizam a rotina em três modalidades: atividades permanentes, sequências e projetos didáticos.

NOVA ESCOLA agrupou essas ações em seis práticas essenciais para uma alfabetização efetiva. Conheça os detalhes de cada uma delas e as características das atividades desafiadoras:
• Identificar o que cada criança da turma já sabe
• Realizar atividades com foco no sistema de escrita
• Realizar atividades com foco nas práticas de linguagem
• Utilizar projetos didáticos para alfabetizar
• Trabalhar com sequências didáticas
• Incluir atividades permanentes na rotina 


Publicado em NOVA ESCOLA Edição 239, Fevereiro de 2011. Título original: 6 práticas essenciais na alfabetização

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Prova Brasil e Saeb

 Prova Brasil e Saeb

 O Sistema de Avaliação da Educação Básica é composto por duas avaliações complementares.

A primeira, denominada Aneb – Avaliação Nacional da Educação Básica, abrange de maneira amostral os estudantes das redes públicas e privadas do país, localizados na área rural e urbana e matriculados no 5º e 9º anos do ensino fundamental e também no 3º ano do ensino médio. Nesses estratos, os resultados são apresentados para cada Unidade da Federação, Região e para o Brasil como um todo.
A segunda, denominada Anresc - Avaliação Nacional do Rendimento Escolar, é aplicada censitariamente alunos de 5º e 9º anos do ensino fundamental público, nas redes estaduais, municipais e federais, de área rural e urbana, em escolas que tenham no mínimo 20 alunos matriculados na série avaliada. Nesse estrato, a prova recebe o nome de Prova Brasil e oferece resultados por escola, município, Unidade da Federação e país que também são utilizados no cálculo do Ideb.
As avaliações que compõem o Saeb são realizadas a cada dois anos, quando são aplicadas provas de Língua Portuguesa e Matemática, além de questionários socioeconômicos aos alunos participantes e à comunidade escolar.

 Prova Brasil e SAEB 2011

O INEP realizará a Aneb e a Prova Brasil (Anresc) 2011 em parceria com Estados e Municípios. Participarão da Prova Brasil 2011 todas as escolas com pelo menos 20 estudantes no 5º Ano (4ª Série) e 9º Ano (8ª Série) do ensino fundamental regular, matriculados, em escolas públicas, localizadas em zona urbana e rural.
As provas serão aplicadas no período de 7 a 18 de novembro de 2011, em todos os Estados e no Distrito Federal.
Para realização da Aneb será selecionada uma amostra complementar à Prova Brasil cujos estratos serão constituídos por:
·                  escolas que tenham de 10 a 19 estudantes matriculados no 5º ano (4ª série) ou 9º ano (8ª série) do ensino fundamental regular público;
·                 escolas que tenham 10 ou mais estudantes matriculados no 5º ano (4ª série) ou 9º ano (8ª série) do ensino fundamental regular privado;
·                 e escolas que tenham 10 ou mais estudantes matriculados na 3ª série do ensino médio regular público ou privado.
Atenção: o público alvo que participará desta aplicação será considerado com base nos dados do Censo Escolar, informados até o dia 14 de agosto de 2011.

 

Exemplos de Questões

As avaliações de matemática e de português da Prova Brasil e do Saeb oferecem aos estudantes de todas as séries avaliadas questões de múltipla escolha. Para cada questão são apresentadas quatro alternativas de resposta, sendo que apenas uma está correta. Durante o preenchimento do formulário de respostas, o aluno deverá assinalar um "X" na alternativa desejada.
Abaixo apresentamos exemplos de questões e as questões comentadas para que todos possam conhecer melhor a como é o teste da Prova Brasil.
 

Exemplos de questões

·                     5° ano do Ensino Fundamental - Língua Portuguesa
·                     5° ano do Ensino Fundamental - Matemática
·                     9° ano do Ensino Fundamental - Língua Portuguesa
·                     9° ano do Ensino Fundamental - Matemática
·                     3ª série do Ensino Médio - Língua Portuguesa
·                     3ª série do Ensino Médio - Matemática

Comentários das questões

·                     Matemática - 5° ano do ensino fundamental
·                     Matemática - 9° ano do ensino fundamental
·                     Matemática - 3º ano do ensino médio
·                      

 

Simulados
Gabaritos

 

Matrizes de Referência
Cadernos

 

Todos podem consultar os resultados da Prova Brasil e Saeb

Consultar
Saiba que...
·                 A primeira edição da Prova Brasil foi aplicada em 2005
·                 É apresentado resultado para cada uma das escolas participantes.
E mais:
·                 Ao selecionar uma unidade da Federação e um município, no sistema de consulta, você encontra a listagem completa de escolas na localidade.
·                 Nos resultados há um arquivo em PDF para cada escola, com suas médias na Prova Brasil e números de participação, além de indicadores de rendimento escolar, médias de hora-aula diária, docentes com curso superior e percentual de alunos com distorção idade/série, ou seja, atrasados pela sua idade.
·                 As informações vêm contextualizadas também no âmbito do município onde fica a escola, estado e Brasil.
·                 Os resultados do Saeb, de 1995 a 2005, estão disponíveis por meio do download de tabelas em PDF.
·                 Eles são apresentados por série e disciplina avaliada, em cada uma das categorias administrativas e por unidade da Federação
Distribuição de alunos por níveis de proficiência e UF
em Matemática
·                 5° ano do Ensino Fundamental
·                 9° ano do Ensino Fundamental
·                 3ª série do Ensino Médio
em Português
·                 5° ano do Ensino Fundamental
·                 9° ano do Ensino Fundamental
·                 3ª série do Ensino Médio
·                 Os resultados do Saeb, de 1995 a 2005, estão disponíveis por meio do download de tabelas em Excel.
·                 Eles são apresentados por níveis de acordo com a proficiência

  
Fonte:INEP

domingo, 30 de outubro de 2011

Avaliação  Sistêmica



                                           * Ângela Imaculada L.Freitas Dalben

A Avaliação Sistêmica é uma modalidade de avaliação, em larga escala, desenvolvida no âmbito de sistemas de ensino visando, especialmente, a subsidiar políticas públicas na área educacional. Constitui-se em um mecanismo privilegiado capaz de fornecer informações, sobre processos e resultados dos sistemas de ensino, às instâncias encarregadas de formular e tornar decisões políticas na área da educação. É uma estratégia que pode influenciar as qualidades das experiências educativas e a eficiência dos sistemas, evitando o investimento público de maneira intuitiva, desarticulada ou insuficiente para atender às necessidades educacionais.
Os programas de avaliação sistêmica, segundo a organização do ensino brasileiro, podem ter abrangência federal, estadual ou municipal. O Sistema Federal compreende as instituições mantidas pela União e os órgãos federais de educação; o Sistema Estadual, incluindo o Distrito Federal, compreende as instituições de ensino mantidas pelos poderes públicos estaduais, as instituições de ensino fundamental e médio mantidas pela iniciativa privada e os órgãos de educação estadual e do Distrito Federal; e os Sistemas Municipais de Educação compreendem as instituições de Ensino Fundamental, Médio e de educação infantil criadas e mantidas pelo poder público municipal, assim como os órgãos municipais de educação e as instituições mantidas pela iniciativa privada (os âmbitos de competência e atribuição desses sistemas foram estabelecidos nos artigos 9º, 10º, 11º e 18º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB 9394, de 20 de dezembro de 1996).

* Doutora em Educação pela FAE/UFMG.


                                        ARTIGO

  AVALIAÇÕES SISTÊMICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA: instrumento de gestãopública da qualidade do ensino e mecanismo de controle social

                                  SILVA, Luciene Aparecida da
                                        GARCIA, Nelson Luiz dos Santos
                                          BICALHO, Adriana Célia da Silva
  Resumo


Este ensaio focaliza os desdobramentos e implicações decorrentes da oficialização e aprimoramento dos sistemas nacional  e  estadual  de  avaliação  da  educação  básica  ocorridos  na  primeira  década  deste  século.  Tem  como objetivo  analisar  questões  de  ordem  teórico-prática,  subjacentes  à  lógica  de  conformação  das  avaliações sistêmicas  educacionais  enquanto  instrumento  de  gestão  pública  e mecanismo  de  controle  social  das  políticas implantadas  e  resultados  educacionais  publicamente  aferidos  em  todas  as  esferas  federativas.  Neste  estudo exploratório, as informações analisadas foram captadas mediante a seleção de conceitos e dados veiculados nos websites  governamentais,  boletins  pedagógicos  das  avaliações  focalizadas,  publicações  periódicas  dos  órgãos governamentais e estudos conduzidos por  renomados pesquisadores da área. A problematização evidencia que não basta avaliar. É necessário investir em estratégias eficazes de apropriação e utilização destes resultados por toda  a  comunidade  escolar  e  demais  setores  sociais,  vislumbrando  ao  redimensionamento  da  gestão  dos processos  educacionais  internos  à  escola,  em  favor  da  real melhoria  da  qualidade  do  ensino ministrado  nas instituições públicas. 

Palavras-chaves: avaliações sistêmicas educacionais; políticas públicas; gestão da qualidade do ensino.

Leia o artigo completo no link:AVALIAÇÕES SISTÊMICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA: 


 

 OPINIÃO 

 

    Foto:Rudá Ricci                                              

Educação: avaliação sistêmica?

 

Debati, hoje, com a ex-coordenadora pedagógica da Secretaria de Educação de Betim, Neiva Toneli. Uma das polêmicas foi a pertinência das avaliações sistêmicas quantitativas, como SAEB (nacional) e SIMAVE (mineira) para definir a qualidade do ensino. Sou contrário às avaliações classificatórias, como as duas que cito acima, justamente porque aprendizagem é processo e não resultado. Pelo contrário: uma pessoa que acerta uma questão pode ter copiado a resposta. Mas quem erra, está sendo sempre sincero. Ainda mais: saber que alguém não lê um texto simples não indica os motivos deste problema ao professor (se é problema motor, social, de hábito cultural, de estímulo, metodologia ou didática). As avaliações quantitativas e classificatórias desqualificam o professor e abrem espaço para fortalecimento dos sistemas de controle externo, com muita gente ganhando para aplicar "formulários" de última hora, sem qualquer relação com o cotidiano do aluno. Até mesmo o governo federal embarcou nesta falácia. Alguém deve estar ganhando muito com esta "unanimidade".


*Rudá Ricci em http://rudaricci.blogspot.com

* RUDÁ RICCI, 47, doutor em ciências sociais, é membro do Fórum Brasil de Orçamento e consultor do SindUTE-MG (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais) e do Sinesp (Sindicato dos Especialistas de Educação do Ensino Público Municipal de São Paulo).


Veja mais :O conceito de qualidade na educação

 


Veja também neste blog a postagem do dia 28/09/2011 :

Tudo sobre a Prova Brasil 2011

Prova Brasil


Conheça os detalhes da avaliação nacional que será realizada entre 7 e 18 de novembro

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Verdades da Profissão de Professor
                                                                          
Ninguém nega o valor da educação e
que um bom professor é imprescindível.
Mas, ainda que desejem bons professores
para seus filhos, poucos pais desejam que
seus filhos sejam professores. Isso nos
mostra o reconhecimento que o trabalho
de educar é duro, difícil e necessário, mas
que permitimos que esses profissionais
continuem sendo desvalorizados.
Apesar de mal remunerados, com baixo
prestígio social e responsabilizados pelo
fracasso da educação, grande parte resiste
e continua apaixonada pelo seu trabalho.
A data é um convite para que todos,
pais, alunos, sociedade, repensemos
nossos papéis e nossas atitudes,
pois com elas demonstramos o compromisso
com a educação que queremos.
Aos professores, fica o convite para que não
descuidem de sua missão de educar, nem
desanimem diante dos desafios, nem deixem
de educar as pessoas para serem “águias” e
não apenas “galinhas”.
Pois, se a educação sozinha não transforma
a sociedade, sem ela, tampouco,
a sociedade muda.
                                                Paulo Freire