sábado, 1 de junho de 2013

PROPOSTA CURRICULAR - CBC - SEE/MG

(6º ao 9º ano do Ensino Fundamental)


Estabelecer os conhecimentos, as habilidades e competências a serem adquiridos pelos alunos na educação básica, bem como as metas a serem alcançadas pelo professor a cada ano, é uma condição indispensável para o sucesso de todo sistema escolar que pretenda oferecer serviços educacionais de qualidade à população. A definição dos conteúdos básicos comuns (CBC) para os anos finais do ensino fundamental e para o ensino médio constitui um passo importante no sentido de tornar a rede estadual de ensino de Minas um sistema de alto desempenho.

Os CBCs não esgotam todos os conteúdos a serem abordados na escola, mas expressam os aspectos fundamentais de cada disciplina, que não podem deixar de ser ensinados e que o aluno não pode deixar de aprender. Ao mesmo tempo, estão indicadas as habilidades e competências que ele não pode deixar de adquirir e desenvolver. No ensino médio, foram estruturados em dois níveis para permitir uma primeira abordagem mais geral e semiquantitativa no primeiro ano, e um tratamento mais quantitativo e aprofundado no segundo ano.

A importância dos CBCs justifica tomá-los como base para a elaboração da avaliação anual do Programa de Avaliação da Educação Básica (PROEB) e para o Programa de Avaliação da Aprendizagem Escolar (PAAE) e para o estabelecimento de um plano de metas para cada escola. O progresso dos alunos, reconhecidos por meio dessas avaliações, constitui a referência básica para o estabelecimento de sistema de responsabilização e premiação da escola e de seus servidores. Ao mesmo tempo, a constatação de um domínio cada vez mais satisfatório desses conteúdos pelos alunos gera conseqüências positivas na carreira docente de todo professor.

Para assegurar a implantação bem sucedida do CBC nas escolas, foi desenvolvido um sistema de apoio ao professor, que inclui cursos de capacitação,  intensificados a partir de 2008, e o Centro de Referência Virtual do Professor (CRV), o qual pode ser acessado a partir do sítio da Secretaria de Educação (http://www.educacao.mg.gov.br). No CRV, encontra-se sempre a versão mais atualizada dos CBCs, orientações didáticas, sugestões de planejamento de aulas, roteiros de atividades e fórum de discussões, textos didáticos, experiências simuladas, vídeos educacionais, etc; além de um Banco de Itens. Por meio do CRV, os professores de todas as escolas mineiras têm a possibilidade de ter acesso a recursos didáticos  para a organização do seu trabalho docente, o que possibilitará reduzir as grandes diferenças que existem entre as várias regiões do Estado.


ACESSE NOS LINKS ABAIXO A VERSÃO  ATUALIZADA DOS CONTEÚDOS BÁSICOS COMUNS


















8- Conteúdo Básico Comum (CBC) de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental do 6º ao 9º ano:
 -Eixo Temático I
 -Eixo Temático II
 -Eixo Temático III


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Cadernos de Boas Práticas dos Conteúdos Curriculares dos Anos Finais do Ensino Fundamental.

                      Cadernos de Boas Práticas  
              dos Conteúdos Curriculares 
        dos Anos Finais do Ensino Fundamental.



      “ Feliz é aquele que transfere 
o que sabe e aprende o que ensina”
                                      Cora Coralina 
    





 O Centro de Referência Virtual do Professor (CRV/MG) apresenta a versão preliminar
dos Cadernos de Boas Práticas dos Professores dos Componentes Curriculares dos 
Anos Finais do Ensino Fundamental.
Os links relacionados abaixo apresentam boas práticas com enfoque pedagógico, 
apontadas e implementadas por professores destes Componentes Curriculares 
que alcançaram bons resultados na aprendizagem e nas avaliações dos alunos.
O conteúdo deste trabalho foi produzido a partir do debate e reflexão entre
professores indicados pelas 47 Superintendências Regionais de Ensino do Estado 
de Minas Gerais. 
De acordo equipe responsável pela elaboração do material ,estes Cadernos não 
pretendem ser  receitas prontas e engessadas, mas sim instrumentos para 
guiar os professores  na condução de um trabalho organizado e voltado para atingir
o melhor rendimento dos alunos.
É importante ressaltar que, como esta é uma versão preliminar, ela estará
aberta à complementação a partir das experiências e contribuições de todos os 
professores do Estado que obtiveram sucesso ao levar a educação de 
qualidade a todos os jovens de Minas Gerais.
Cada Caderno apresenta Boas Práticas dos Professores 
 distribuídas  em 5 eixos fundamentais

1-Planejamento de Ensino

2-Ensino e Avaliação da Aprendizagem

3-Gestão de Sala de Aula

4-Engajamento dos pais e da comunidade

5-Engajamento com a equipe da escola, SRE, SEE e 
desenvolvimento profissional 

 Fonte: http://crv.educacao.mg.gov.br/sistema

- Acesse aqui os Cadernos de Boas Práticas  dos conteúdos 
curriculares dos anos finais do Ensino Fundamental.
Caderno de Boas Práticas Arte
Caderno de Boas Práticas Ciências
Caderno de Boas Práticas Educação Física
Caderno de Boas Práticas Geografia
Caderno de Boas Práticas História
Caderno de Boas Práticas Língua Estrangeira
Caderno de Boas Práticas Língua Portuguesa
Caderno de Boas Práticas Matemática

sexta-feira, 20 de julho de 2012


Tecnologia

Ilustação: editoria de arte





Como utilizar o computador, a internet, blogs, podcasts, projetores, câmeras e outras engenhocas da modernidade para ensinar ainda melhor os conteúdos curriculares de cada disciplina. Navegue nos mais de 80 links abaixo e faça um upgrade nas suas aulas.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Diagnóstico inicial no 6º ano: o mapa do saber

Como conduzir as avaliações iniciais no 6º ano para averiguar o que a turma já aprendeu

       Fernanda Salla (novaescola@atleitor.com.br). Colaborou Elisângela Fernandes

O mapa do saber. Ilustração: Francisco Martins

A chegada ao 6° ano é marcada por muitas dúvidas. Estudantes acostumados com um único professor multidisciplinar se deparam com diversos educadores. E os docentes, por sua vez, têm o desafio de ampliar o conhecimento dos jovens sobre disciplinas específicas. Para promover uma aprendizagem significativa, é preciso que o professor conheça bem os personagens dessa jornada anual, o que pode ser feito por meio da avaliação realizada no início do ano e repetida sempre que necessário. "Isso possibilita um amplo conhecimento da turma, dando a visão completa de cada aluno e de suas dificuldades", diz Jussara Maria Lerch Hoffmann, mestre em Avaliação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coordenadora da Editora Mediação.

Esse processo tem a função de levantar o que os estudantes sabem e como resolvem as situações-problema. "Também é interessante usar esse momento para tentar traçar um perfil da criança. Afinal, não conseguimos ensinar quem não conhecemos, e a história de vida contribui para a trajetória escolar", afirma Janssen Felipe da Silva, docente da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Segundo o pesquisador norte-americano David Paul Ausubel (1918-2008), os conhecimentos prévios são pontos de ancoragem para que os novos aprendizados façam sentido. "Isso é essencial para uma aprendizagem significativa, que é construída e se mantém durante toda a vida", explica Rosália Maria Ribeiro de Aragão, professora aposentada da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O docente é quem faz a mediação entre os saberes da criança e o conteúdo a ser apresentado e colabora para respaldar ou complementar uma ideia que o aluno apresenta.

Existem várias maneiras de fazer um diagnóstico: propor problemas, formar rodas de conversa, solicitar a produção ou interpretação de textos, entre outras. Cada disciplina e conteúdo tem suas particularidades. Essas práticas não são restritas ao início do ano e devem ser feitas sempre que surgir um assunto novo. Com elas, você pode obter dados objetivos e observar quais hipóteses o estudante já elaborou em seu processo educativo.

É comum os professores focarem a avaliação no que não foi aprendido, mas uma boa sondagem procura ressaltar o que a criança sabe, independentemente da escola. "O estudante leva para a sala o conhecimento que obtém no mundo", lembra Rosália. Ainda que receba a mesma formação, cada um é único.

Em muitos locais do Brasil, a mudança de ciclo gera a troca de escola, pois as redes municipais e estaduais dividem a formação. Isso pode fazer com que a diferença entre o que cada aluno já aprendeu seja muito grande. Por isso não dá para impor um programa fechado. Com o diagnóstico é possível identificar as individualidades e usar as diferenças para proporcionar o avanço de toda a classe.

No fim das atividades didáticas, o levantamento volta a ganhar importância. Ele deve ser confrontado com os resultados obtidos pela garotada. Comparar esses dois dados é o que permite saber quanto cada aluno evoluiu e, ao longo do ano, diminuir as dúvidas existentes no primeiro dia de aula. 
Publicado em NOVA ESCOLA Edição 249JANEIRO/FEVEREIRO 2012. Título original: O mapa do saber

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